Era uma tarde chuvosa de domingo, e Paulo estava bastante entediado por estar com a perna quebrada. Como não podia dirigir, saía de casa somente para o que fosse necessário. Com a intenção de livrá-lo do tédio, coloquei alguns objetos na bolsa e fui visitá-lo.
Quando cheguei, encontrei-o jogado sobre a cama, de cara “amarrada”. Dei-lhe um beijinho e falei que cuidaria dele. Ele sorriu agradecido, mas retrucou que duvidava que eu pudesse melhorar seu humor, pois já não agüentava mais aquela imobilidade. Acariciando seu rosto, perguntei se ele queria fazer uma aposta. Ele ...
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