Ela tinha 17 anos quando veio trabalhar em casa como empregada. Era mulata misturada com índio, muito tímida e sempre se vestia com roupas de crente: blusa apertada no pescoço, de manga longa e saia sempre abaixo da canela. Seu nome era Natália. O tempo foi passando e minha mulher e eu fomos nos afeiçoando a ela, sempre elogiando sua eficiência e estimulando seus estudos. Minha mulher sempre insistia para que ela deixasse de usar roupas tão recatadas, pois era muito menina ainda e tinha que aproveitar. Se ela soubesse como a Natália iria aproveitar mesmo... Três anos se passaram. O corpo dela ...
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