Durante minha infância e boa parte da minha adolescência sempre achei os gays pessoas interessantes não porque sentia algo como eles, mas pela coragem com que enfrentavam a sociedade e buscavam aquilo que seria como ideais de vida para todos: ser feliz; independente da opinião alheia. Confesso que muitas vezes fui arrogante ao falar deles, sem ao menos conhecê-los, talvez tentando naquela oportunidade disfarçar aquelas reações estranhas que meu corpo sentia. Não entendia porque tinha que esconder que às vezes achava um rapaz bonito e ficava com medo de trocar de roupa perto dos meus colegas, p...
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