Nunca pensei em socar a pistola noutro macho, até o dia em que Maurício abordou-me, numa situação de trabalho. A gente sempre se respeitava muito, ele era como um filho em relação a mim. Mas notei que ele estava cada dia comendo mais manso na minha mão. Certo final de expediente ele chegou meio apavorado me dando parabéns. Era dia do meu aniversário e ele se havia esquecido. Pedi calma porque, afinal, este seria um abraço de alguém muito especial na minha vida.
Ele perdeu a pressa, olhou-me nos olhos perguntando: seu Júlio, o quanto o senhor representa para mim me deixa ...
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