Uma gravidinha de sete meses me olhava todo dia que passava em frente a sua casa.
A coitada estava viúva, abandonada. Tadinha!
Eu passava por lá indo na padaria de manhã, antes do trabalho.
Ela acordava cedo, parece que sabia que ia me ver.
Um dia não fui trabalhar.
No outro dia, ela me disse bom-dia e disse que eu não fui trabalhar.
Eu parei e notei seu olhar incendiado de tesão e safadeza.
Eu disse que tive folga.
Ela disse que podia tirar outra folga e entrar para tomar café com ela.
Fiquei surpreso, porque ela sempre foi conhecida na redon...
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