Eu era adolescente na época. Daqueles adolescentes tarados, que vivia na punheta e o maís próxino que estivera de uma relação sexual foi uma apalpada nos seios da namoradinha, que me afastou com um tapa na cara.
Na minha rua havia uma mulher de uns 35 anos chamada Marli. Loira, casada e com um filho de 10 anos que era o viadinho da rua. Marli tinha fama de piranha e Seu Osvaldo, seu marido, de corno. Vários amigos e conhecidos da minha idade ou um pouco mais velhos diziam que já comeram ou conheciam alguém que havia comido, mas eu não acreditava neles.
Certo di...
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