Inúmeros casos já contei das mulheres casadas que comi e da minha satisfação em botar chifres nos enganados, cornos que vou enchendo a cabeça de acessórios pontudos. Mas – sem dúvida – o relato do meu envolvimento com Rê é um dos mais excitantes. Casada há algum tempo, Rê me dizia que mantinha a “honra do anelzinho” intacta e, todas as vezes nas quais o corno tentava comer o cu dela, a resposta era sempre a mesma: “Isso é tara e não aceito. A honra do meu anelzinho não será tocada por homem algum.” Repetia Rê que percebia um certo orgulho no corno por ter uma mulher tão correta. ...
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